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18.5.10

Após seis anos vagueando pela primária, indo quase empurrados pelos pais, chegamos ao liceu. Uns poucos anos pensando no que vamos ser e depois a decisão. Findado o 12º ano terminamos a etapa das indecisões, consolidados e com mais determinação, as vezes prontos para ir ao Ensino Superior.

 

O sonho de ser profissional reconhecido, subir um degrau para o sucesso e outras várias ideias prevalecem na mente. A cabeça anda as voltas. Não para de imaginar que caminhos seguiremos. A vontade de triunfar faz-nos voltar noites e dias procurando a melhor nota. Pelos sonhos valem todos os sacrifícios.

 

Começam a passar meses, finaliza o ano, para no próximo recomeçarmos um novo e depressa chega-lo ao fim. Temos de despachar para não perder o comboio dos sonhos.

 

Aproximando o último ano, já quase a chegar a estação de comboio começamos uma subida um pouco mais árdua. Amontoam-se os trabalhos e entre eles o mais falado: o trabalho final/monografia. Parece que é o nosso bilhete de viagem.

 

Findo o curso, já com todas os documentos em dia para a viagem, começamos por deparar com fronteiras. A fronteira entre o sonho e o real. É o momento de acordar para ver a verdade com outros olhos e começar a procurar respostas para as questões: onde vou estagiar? Porque não me querem dar estágio? Como vou encontrar emprego? Onde vamos todos empregar?

 

Para alguns o sentimento é de desilusão, tristeza, as vezes de revolta. O sentimento de estar perdido sem conhecer as coordenadas. É assim que alguns sentem-se neste momento. É o caso dos recém formados na área de Construção Civil na UNI CV se sentem, acabados de acordar do sonho. Num universo de 40 alunos somente 1 encontra-se em estágio, embora alguns ainda não concluíram todas as disciplinas.

Seguindo este exemplo, podemos questionar: o que fazer com os outros?      

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28.4.10

Para os alunos do liceu Jorge Barbosa faltar uma aula tornou-se um problema. As novas tecnologias inseridas neste liceu fizeram com que os alunos agora tivessem mais controlo sobre o número de faltas, pois com a implantação do SIGE (Sistema Integrado de Gestão Escolar) a partir deste ano lectivo a escola, os professores e os pais passaram a ter mais controle sobre eles.

 

O computador, neste caso, Toshiba (o “shibador “ para os alunos) substituiu o livro de ponto nas salas de aulas, o que dá mais segurança e maior rapidez na propagação de informações e ainda enviar mensagens para o telemóvel do encarregado de educação sobre uma reunião ou uma “panca” do filho, “tudo isso só a distância de um clik”. Disse Nilton Silva, subdirector pedagógico do liceu.      

 

As vantagens são claras, há uma ligação directa com os pais, deixando de depender dos alunos para contacta-los. “Antes da introdução desse sistema, muitos encarregados de educação não apareciam nas reuniões, agora, na última reunião apareceu mais de oitocentos”. Disse Nilton Silva.      

 

SIGE, inserido no projecto do governo MUNDU NOVU, consiste em melhorar o acompanhamento dos alunos por parte dos encarregados de educação, controlando as faltas e sabendo as notas dos seus filhos, recebendo mensagem dos professores e tendo uma maior interacção com a escola, tudo isso, feito através da internet e do telemóvel do encarregado. Uma outra vertente do sistema é que também possibilita ao professor preparar as suas aulas, partilhar informações com a escola a partir da sua casa, caso tenha internet.

 

Deste projecto piloto fazem parte o liceu Jorge Barbosa e o liceu do Palmarejo. “Para os restantes liceus, este projecto poderá chegar no próximo ano lectivo”, declarou Nilton Silva.      

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Cabo verde actualmente possui um grande défice habitacional, onde grande parte da população não tem casa própria e ainda muitos que vivem numa casa que precisa urgentemente de reabilitação. Para o governo a solução lançada foi o projecto “Casa para todos”, projecto esse que esteve na ordem do dia do parlamento que aconteceu no passado dia 26 Abril de 2010.

 

Segundo Sara Lopes, Ministra da Descentralização, Habitação e Ordenamento do território, apresentar o projecto “Casa para todos” no parlamento para ser discutido foi uma forma de melhor mostra-lo a população e também de mostrar os benefícios que poderá trazer aos cabo-verdianos.”Casa para todos é um Projecto que visa até 2013 diminuir em 20% o défice habitacional em Cabo Verde”

 

No entanto para os deputados da bancada parlamentar do MPD, “Casa para todos, na verdade não é casa para todos mas sim casa para alguns” disse Elísio Freire, líder da bancada parlamentar do MPD, e é uma forma que o governo encontrou “para criar expectativas ao povo e assim servir de incentivo para as pessoas votarem no PAICV, numa fase em que se aproximam as eleições.”  

 

Já para o deputado António Monteiro, da bancada parlamentar da UCID, esse projecto “veio um pouco tarde” e aproveitou para solicitar que São Vicente fosse um dos grandes beneficiados pois “ nessa ilha existem pessoas que moram em condições muito difíceis, principalmente alguns moradores da ilha da madeira, zona de Ribeira Bote”.

 

Tentando ir numa perspectiva diferente a deputada do PAICV, Filomena Martins, disse que “Casa para todos e um projecto acessível aos cabo-verdianos” e ainda afirmou que é “ a primeira vez que um projecto bem estruturado e organizado é apresentado em Cabo Verde”.          

 

Por sua vez, José Maria Neves, Primeiro Ministro, avançou que “só agora foram reunidas as condições necessárias para a realização do projecto, depois de terem conseguido a linha de credito com Portugal” e que também estão a procura de mais apoios esperando finalizar o acordo com a China que também concederão a Cabo verde mais uma linha de credito. Ele reafirmou ainda que “Casa para todos não é um projecto só do governo, mas de todos e espera contar com o apoio das autarquias e das famílias e ainda que esse projecto será aplicado tendo em conta as condições da população”.        

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21.4.10

“Se eu vender, eu tenho. Se não vender não tenho.” Viver na incerteza da pobreza, dependendo da boa vontade de quem por ali passa e compra um drops, este é o lema de “Nha Djina”.

 

De cinco em cinco escudos arrecada a quantia possível para levar a panela ao lume e assim evitar que os filhos e netos possam vaguear pelos caminhos da marginalidade. No entanto afirma que:”há dias em que não consigo “catar”esse dinheiro para a refeição mas, enfim, paciência, a vida é mesmo assim, temos que nos conformar ”.

 

“Já lá vão 20 anos que todos os dias venho para aqui, sentar-me a frente do PMI de Bela Vista, na companhia do meu balaio de “drops” lutando pela vida”.

 

As rugas na face indicam a velhice e uma vida cheia de histórias. Virgínia Fortes Rodrigues mais conhecida por “Nha Djina”, mãe de 6 filhos não baixa os braços e nem rende aos obstáculos colocados pela pobreza. Hoje vendedora de drops, outrora trabalhadora da alfandega, mas que por amor aos filhos teve que deixar o emprego para lhes dar a devida educação é com orgulho que afirma “não me arrependo, a recompensa é ver os meus filhos longe das drogas e da delinquência”

 

Pobreza não é vergonha. “Vergonha é ver os filhos a cometer homicídios, metidos na droga e a assaltar os outros para poderem sobreviver.”

 

São Vicente, o paraíso, não existe para todos. Vender a imagem de uma ilha turística, de praias lindas, grandes hotéis e boa qualidade de vida é uma utopia, pois a outra face da ilha, onde existem aqueles que sofrem, está ao alcance da vista de todos mas nem todos querem vê-lo.

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São muitos! Alguns já enterrados, outros no hospital à espera da confirmação. Famílias desesperadas em lágrimas e os que sobreviveram carregam a marca daquele dia. Este é o mal inesperado que assola a muitos.

 

As estatísticas aumentam, enquanto as famílias diminuem. Se não diminuir-mos também a velocidade, esse legado continuará despedaçando famílias.

 

STOP! Após a próxima curva você vai encontrar o mês de Maio, o início do período em que acontecem mais acidentes em São Vicente. De Maio a Agosto, período marcado pelas férias de verão é um período também marcado por inúmeros acidentes de viação.

 

Férias implicam diversão, o que desencadeia excesso de álcool, condução embriagada, excesso de velocidade, manobras perigosas, acidentes… por vezes mortais. Os jovens na faixa etária dos 18 aos 35 anos são os principais autores desses actos, conforme afirma o chefe de trânsito de

São Vicente, Irlando Lima.      

 

A movimentação aumenta no centro da cidade e nas estradas que dão acesso à outros pontos de diversão como São Pedro e Calhau, essas estradas são apontadas como as mais mortais na ilha. 

 

De quem é a culpa? “A solução não consiste em procurar culpados, mas sim procurar soluções a partir da união das entidades capazes de mudar esta situação. Assim, apelamos ao envolvimento de todos. Pois só assim podemos diminuir os acidentes”, disse Irlando Lima.

 

Atenção! Conduza melhor a sua vida.      

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As forças armadas iniciam um novo projecto, o recrutamento das mulheres para o serviço militar. Consagrado na lei das forças armadas desde de 1993 só agora foram criadas as condições necessárias para leva-lo adiante.

 

Segundo o major Anildo Morais, comandante da 1ª Região militar “ é um reconhecimento da capacidade da mulher cabo-verdiana e promove uma maior igualdade entre homem e mulher” começando pelo treinamento. “ Onde não haverá distinção”

 

A aderência elevada das jovens confirma que é uma ideia bem-vinda e que elas estão prontas para enfrenta-lo, apesar de ser uma ideia que apareceu um pouco tarde, conforme afirmou Patrícia Santos “veio muito tarde, no entanto agora podemos dar o nosso contributo para a segurança do pais”, com isso confirma-se a as convicções das foças armadas na intenção de tornar a mulher cabo-verdiana mais capaz e mais forte do que ela é.

 

Nesta fase inicial serão recrutadas 10 a 12 jovens com idade compreendida entre 20 a 26 anos, em regime de contrato e a prestação de serviço militar não será obrigatório. “O que é uma mais-valia, pois assim só virão aquelas que realmente gostam e querem estar na vida militar” palavras do Major Anildo Morais.       

 

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25.2.10

O Carnaval é uma das festas populares que mais pessoas leva as ruas da cidade. Todos com o objectivo de ver os diversos grupos, os reis, as rainhas e os inúmeros figurantes, sem esquecer os muitos grupos de animação e os tão conhecidos Mendingas.

 

Mesmo com a ilha sob constantes perigos devido aos inúmeros assaltos e o aumento da violência, as pessoas não deixaram de sair a rua e festejar.

 

As escolas básicas, secundárias e superiores utilizaram neste ano o carnaval como meio de tentar consciencializar a população e leva-los a pensar numa forma de diminuir o aumento desse mal que se esta a alastrar.

 

Sem se deixar abalar pela violência o Carnaval seguiu o seu rumo natural e manteve viva a tradição que caracteriza o povo mindelense.

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A origem do carnaval trás consigo muitas discussões, passando pelo inicio da sua historia até a origem do conceito. Alguns apresentam Carnaval como termo originado de CARRUM NAVALIS (carros navais que faziam a abertura das Dionisías Gregas nos séculos VII e VI a.C.). Outros dizem que ela surgiu quando Gregório I, o Grande, em 590 d.C. transferiu o início da Quaresma para quarta-feira, antes do sexto domingo que precede a Páscoa. Ao sétimo domingo, denominado de "quinquagésima" deu o título de "dominica ad carne levandas", expressão que teria sucessivamente se abreviado para "carne levandas", "carne levale", "carne levamen", "carneval" e "carnaval", todas variantes de dialectos italianos, que significa “retirar ou ficar livre da carne”, tendo inicio na hora em que começava a abstinência da carne durante o período da quaresma.

 

O Carnaval é considerado uma das festas populares mais animadas e representativas do mundo. É uma herança de várias comemorações realizadas na Antiguidade por povos como os egípcios, hebreus, gregos e romanos. Estes festejos pagãos serviam para celebrar grandes colheitas e principalmente louvar divindades.

 

No Egipto, os festejos eram em homenagem à deusa Ísis e ao Touro Apis, com danças, festas e pessoas mascaradas, na Grécia em meados dos anos 600 a 520 a.C. os gregos realizavam seus cultos em agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção. Em Roma, essa festa servia como Glória ao deus Saturno, comemoravam-se as Saturnais. Esses festejos eram de tamanha importância que tribunais e escolas fechavam as portas durante o evento, escravos eram alforriados, as pessoas saíam às ruas para dançar. A euforia era geral. Na abertura dessas festas ao deus Saturno, carros semelhantes a navios saíam com homens e mulheres nus. Passados alguns anos os gregos e romanos inseriram bebidas e práticas sexuais na festa, dando mais libertinagem aos festejos que se faziam antes.

 

No inicio o carnaval era uma festa proibida pela igreja, mas como os responsáveis viram que era impossível proibir esse festejo resolveram coloca-lo no calendário Cristão, O Carnaval Cristão passa a existir quando a Igreja Católica oficializa a festa, em 590 d.C. Foi então que houve a imposição de cerimonias oficiais sérias para conter a libertinagem. Mas esse tipo de festa batia de frente com a principal característica do Carnaval: o riso, a brincadeira... É só em 1545, no Concílio de Trento, que o Carnaval é reconhecido como uma manifestação popular de rua. Veneza foi um dos principais pontos para o carnaval se espalhar pelo mundo. Diz-se que foi lá que a festa tomou as características actuais: máscaras, fantasias, carros alegóricos, desfiles.

 

O Carnaval moderno, feito de desfiles e fantasias, é produto da sociedade vitoriana do século XIX. A cidade de Paris foi o principal modelo exportador da festa carnavalesca para o mundo. Cidades como Nice, Nova Orleães, Toronto e Rio de Janeiro se inspirariam no Carnaval parisiense para implantar suas novas festas carnavalescas. Actualmente o Carnaval que tem mais fãs é o do Brasil, que com as suas inúmeras escolas de Samba, levam milhares e milhares de pessoas as ruas de todo o pais.

 

Em geral, o Carnaval tem a duração de três dias, os dias que antecedem a Quarta-feira de Cinzas. Em contraste com a Quaresma, tempo de penitência e privação, estes dias são de extrema liberdade e são chamados "gordos", em especial a terça-feira (Terça-feira gorda), o ultimo dia antes da quaresma.

 

Para saber em que dia cairá o Carnaval, leva-se em consideração a dada da Pascoa, que é calculado da seguinte forma: determina-se primeiro o equinócio da Primavera. Não se pode esquecer que o calendário segue as estações do ano de acordo com o hemisfério norte, onde foi criado. O primeiro domingo após a lua cheia posterior ao equinócio da primavera é o domingo de Páscoa. Face a essa regra, o domingo de carnaval cairá sempre no 7º domingo que antecede à Páscoa.

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14.2.10

Contam que, uma vez, reuniram-se  os sentimentos e as qualidades dos homens, num lugar da Terra.  
Quando o ABORRECIMENTO havia reclamado pela terceira vez, a LOUCURA, como sempre tão louca, propôs-lhe:
- Vamos brincar às escondidas?
A INTRIGA levantou a sobrancelha, intrigada,   e a CURIOSIDADE, sem poder conter-se, perguntou: «- Escondidas? Como é isso?»
- É um jogo - explicou a LOUCURA - em que eu fecho os olhos e começo a contar de um a um milhão enquanto vocês se escondem e,  quando eu tiver terminado de contar, o primeiro de vocês que eu encontrar ocupará meu lugar para continuar o jogo. O ENTUSIASMO dançou, seguido pela EUFORIA.
A ALEGRIA deu tantos saltos que acabou convencendo a DÚVIDA e até mesmo a APATIA, que nunca se interessava por nada. Mas nem todos quiseram participar: a VERDADE preferiu não se esconder; para quê, se no final todos a encontravam?
A SOBERBA opinou que era um jogo muito tonto (no fundo, o que a incomodava era que a ideia não tivesse sido dela) e a COVARDIA preferiu não se arriscar.
- Um, dois, três, quatro... - começou a contar a LOUCURA.
A primeira a esconder-se foi a PRESSA, que, como sempre, caiu atrás da primeira pedra do caminho.
A FÉ subiu ao céu e a INVEJA  escondeu-se atrás da sombra do TRIUNFO, que com seu próprio esforço, tinha conseguido subir até à copa da árvore mais alta.
A GENEROSIDADE quase não se conseguia esconder, pois cada local que encontrava lhe parecia maravilhoso para algum de seus amigos - se era um lago cristalino, ideal para a BELEZA; se era a copa de uma árvore, perfeito para a TIMIDEZ; se era o voo de uma borboleta, o melhor para a VOLÚPTIA; se era uma rajada de vento, magnífico para a LIBERDADE. E assim, acabou por se esconder  num raio de sol.
O EGOÍSMO, pelo contrário, encontrou um local muito bom desde o início. Ventilado, cómodo, mas apenas para ele.
A MENTIRA escondeu-se no fundo do oceano (mentira, na realidade, escondeu-se atrás do arco-íris), e a PAIXÃO e o DESEJO  no centro dos vulcões.
O ESQUECIMENTO, não me recordo onde se escondeu, mas isso não é o mais importante.
Quando a LOUCURA estava lá em  999.999, o AMOR  ainda não havia encontrado um local para se esconder, pois todos já estavam ocupados; até que encontrou um roseiral e, carinhosamente, decidiu esconder-se entre suas flores.
- Um milhão - contou a LOUCURA. E começou a busca.
A primeira a aparecer foi a PRESSA, apenas a três passos de uma pedra. Depois, escutou-se a FÉ discutindo com Deus, no céu, sobre Zoologia.
Sentiu-se vibrar a PAIXÃO e o DESEJO nos vulcões.
Por mero acaso,   encontrou a INVEJA, e claro, pode deduzir onde estava o TRIUNFO.
Ao EGOÍSMO, não teve nem que procurá-lo: ele saiu sozinho, disparado, do seu esconderijo, que na verdade era um ninho de vespas.
De tanto caminhar, a LOUCURA sentiu sede  e,  ao aproximar-se de um lago, descobriu a BELEZA.
À DÚVIDA foi mais fácil ainda, pois encontrou-a  sentada sobre uma cerca, sem decidir de que lado se esconder.
E assim foi encontrando a todos.
O TALENTO entre a erva fresca; a ANGÚSTIA numa cova escura; a MENTIRA atrás do arco-íris (mentira, estava no fundo do oceano);  e até o ESQUECIMENTO, de quem já se tinham esquecido que estava a brincar  às escondidas.
Apenas o AMOR não aparecia em nenhum local. A LOUCURA procurou atrás de cada árvore, em baixo de cada rocha do planeta  e em cima das montanhas.
Quando estava a ponto de dar-se por vencida, encontrou um roseiral. Pegou uma forquilha e começou a mover os ramos, quando, no mesmo instante, se escutou  um doloroso grito: os espinhos tinham ferido o AMOR nos olhos.
A LOUCURA não sabia o que fazer para se desculpar: chorou, rezou, implorou, pediu perdão e até prometeu ser a guia do AMOR para sempre.
Desde então, desde que pela primeira vez se brincou às escondidas na Terra, o AMOR é cego e a LOUCURA sempre o acompanha.

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O costume de aproveitar esta data para oferecer algo a quem se ama, só irá ter início em 1840, quando Esther A. Howland começou a produzir, em grande quantidade, lembranças para comemorar o Valentine's Day(expressão inglesa). Este procedimento foi-se alargando a todo o mundo, com o apoio dos lojistas que vêm na data uma boa oportunidade de negócio.

 

Outras celebrações associados a São Valentim
No Brasil, o dia de São Valentim é comemorado no dia 12 de Junho, aproveitando o facto de ser véspera do dia 13 de Junho, Dia de Santo António, santo português com tradição de casamenteiro.

 

No Japão o dia dos namorados é comemorado em duas ocasiões. O primeiro é 14 de Fevereiro, dada em que as mulheres dão presentes e chocolates para amigos e namorados. E no dia 14 de Março os homens entram em acção e retribuem o presente.

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